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evidência empírica relevante para a tomada de
decisões educativas em contextos
latinoamericanos, destacando tanto as
potencialidades quanto os desafios da
implementação de abordagens construtivistas
em sistemas educacionais da região. As
implicações teóricas e práticas são discutidas à
luz das particularidades do contexto
socioeducativo argentino e suas possíveis
generalizações para outros países da América
Latina.
Palavras-chave: Educação, Processos
científicos, Aprendizagem por indagação,
competências, Ensino fundamental.
Resumo
Este estudo avaliou o desenvolvimento de
competências do processo científico e atitudes
em relação à ciência em alunos do sexto ano do
ensino fundamental em Córdoba, Argentina.
Foi implementado um delineamento quase-
experimental com grupos de controle e
experimental, utilizando pré e pós-testes. A
amostra incluiu 278 alunos (129 meninos, 149
meninas) de escolas públicas e privadas. Foram
utilizados três instrumentos validados: o Teste
de Competências Básicas do Processo
Científico (TCBPSC), o Teste de Competências
Integradas (TCPI) e a Escala de Atitudes em
Relação à Ciência (EAC). A intervenção
pedagógica estendeu-se por dois anos letivos
consecutivos (quatro semestres), com uma
carga horária de quatro horas semanais. Os
resultados revelaram diferenças
estatisticamente significativas em favor do
grupo experimental, demonstrando melhorias
substanciais tanto no desenvolvimento de
competências científicas quanto no
desenvolvimento de atitudes em relação à
ciência. Esses achados corroboram a eficácia do
método de ensino implementado em contextos
escolares latino-americanos.
Palavras-chave: Educação, processos
científicos, Aprendizagem baseada em
investigação, Competências, ensino
fundamental.
Introducción
Las competencias en procesos científicos se
entienden como aquellas habilidades
transferibles y aplicables a distintos campos del
saber que reflejan los comportamientos propios
de los investigadores. Su relevancia se
encuentra en que facilitan el aprendizaje activo
de los estudiantes, fomentan el desarrollo del
sentido de responsabilidad en su propio
aprendizaje, favorecen la retención del
conocimiento y les permiten adquirir métodos
y formas de investigación. En otras palabras,
podríamos decir que las competencias en
procesos científicos, promueven el
pensamiento y el comportamiento científico en
los estudiantes (Tapia, 2024; Reyes y Padilla,
2012). La adquisición de estas competencias en
procesos científicos está estrechamente
vinculada con la alfabetización científica,
entendida como la capacidad de aplicar el
conocimiento científico en la vida cotidiana
(Carpio, 2021). En este sentido, la
alfabetización en ciencia y la indagación
científica, concebida como un enfoque que
reproduce los actos que los científicos realizan
al hacer ciencia, implica enseñar habilidades
como pensamiento crítico y razonamiento
científico, competencias muy efectivas que
ayudan a los estudiantes a comprender
conceptos complejos (López et al., 2024; Bell,
y Binns, 2005).
En los últimos años, el denominado enfoque
SAPA (Science – A Process Approach) ha
centrado su atención en el desarrollo de
competencias básicas (BSPS por sus siglas en
inglés) e integradas (ISPS) en procesos
científicos (Kurinawati, 2021). Las
competencias básicas incluyen habilidades
como observar, medir, usar números y
clasificar, que proporcionan la base intelectual
para la indagación científica (Blanco Guzmán,
2020) y deben adquirirse en los primeros
niveles de la educación primaria. Por otra parte,
las competencias integradas de procesos
científicos (ISPS) involucran las habilidades de