
Ciencia y Educación
(L-ISSN: 2790-8402 E-ISSN: 2707-3378)
Vol. 7 No. 1.1
Edición Especial I 2026
Página 183
findings were based on a mixed-methods approach,
predominantly qualitative, using a review of 22
scientific articles indexed in Scopus between 2020
and 2025, following the PRISMA protocol. This
revealed a substantial presence of qualitative and
theoretical research studies, with the use of digital
technologies and resources being the primary
pedagogical mediation strategy. However, key
strategies such as differentiated instruction,
cooperative learning, formative assessments, and
scaffolding are underutilized and not
systematically applied. Similarly, it was found that
the partial application of UDL, with a greater focus
on the representational principle and an inadequate
incorporation of the action, expression, and
engagement principles, suggests that while UDL-
based pedagogical mediation promotes educational
inclusion, its transformative potential is not yet
more widely integrated into the classroom.
Keywords: Inclusive education, Diversity,
Social adaptation, Pedagogical mediation,
Universal design, Learning.
Sumário
A inclusão educacional no ensino fundamental II
requer práticas pedagógicas que abordem
efetivamente a diversidade dos alunos. Este artigo
revisa sistematicamente a literatura sobre métodos
de mediação pedagógica utilizando o Desenho
Universal para Aprendizagem (DUA) e seu papel
na promoção de práticas educacionais inclusivas
nesse nível. A dissertação teve como objetivo
examinar como as estratégias de mediação
pedagógica baseadas no DUA fortalecem os
processos educacionais inclusivos. Os resultados
foram obtidos por meio de uma abordagem de
métodos mistos, predominantemente qualitativa,
utilizando uma revisão de 22 artigos científicos
indexados no Scopus entre 2020 e 2025, seguindo
o protocolo PRISMA. Isso revelou uma presença
substancial de estudos de pesquisa qualitativa e
teórica, com o uso de tecnologias e recursos digitais
sendo a principal estratégia de mediação
pedagógica. No entanto, estratégias-chave como
instrução diferenciada, aprendizagem cooperativa,
avaliações formativas e andaimes pedagógicos são
subutilizadas e não aplicadas sistematicamente. Da
mesma forma, constatou-se que a aplicação parcial
do DUA, com maior foco no princípio
representacional e incorporação inadequada dos
princípios de ação, expressão e engajamento,
sugere que, embora a mediação pedagógica
baseada no DUA promova a inclusão educacional,
seu potencial transformador ainda não está
amplamente integrado à sala de aula.
Palavras-chave: Educação inclusiva,
Diversidade, Adaptação social, Mediação
pedagógica, Desenho universal, Aprendizagem.
Introducción
En las últimas décadas, la inclusión educativa se ha
consolidado como un tema central en los sistemas
educativos contemporáneos, particularmente en la
Educación Básica Superior, donde convergen
estudiantes con diversas necesidades educativas,
sociales, culturales y emocionales. En este nivel
educativo, la inclusión adquiere una relevancia
especial debido a la heterogeneidad de trayectorias,
ritmos de aprendizaje y contextos socioculturales
que coexisten en el aula. No obstante, persisten
prácticas pedagógicas homogeneizantes que
generan barreras para el aprendizaje significativo,
tales como currículos rígidos, evaluaciones
estandarizadas, escasa diversidad metodológica y
una formación docente limitada para atender la
diversidad (Meneses, 2019). Desde esta
problemática, la inclusión educativa se concibe no
solo como el acceso a la escolarización, sino como
un proceso que implica participación activa,
aprendizaje significativo y sentido de pertenencia
para todos los estudiantes (Cipriani et al., 2025). En
una perspectiva más actual, la inclusión educativa
se entiende como la eliminación de barreras para el
aprendizaje y la participación, ya sean curriculares,
didácticas, organizativas o actitudinales. Diversos
estudios coinciden en que, para avanzar hacia
sistemas educativos inclusivos, es imprescindible
transformar las prácticas pedagógicas y los
modelos de gestión escolar hacia enfoques
flexibles, equitativos y centrados en el estudiante
(Verón et al., 2024). En este contexto, organismos
internacionales como la UNESCO (2020) abogan
por un cambio estructural hacia una educación