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rigorous adaptation to local technological
realities.
Keywords: Methodological strategy plan,
Digital educational resources, English
language teaching, Action research,
Classroom experience.
Sumario
Este artigo refere-se a uma experiência em sala
de aula com o objetivo de conceber e
implementar um plano de estratégias
metodológicas baseado em Recursos
Educacionais Digitais (RED) para o ensino de
inglês como segunda língua no 10º ano da
Instituição Educacional Bello Horizonte
(Valledupar, Colômbia). A experiência foi
desenvolvida ao longo de um período letivo (16
semanas) com 30 alunos do nível A1 do Quadro
Europeu Comum de Referência para Línguas
(CEFR), utilizando RED como Duolingo,
Quizlet, vídeos educativos do YouTube,
podcasts e fóruns do WhatsApp. A abordagem
metodológica foi inscrita na pesquisa-ação,
utilizando observação participante, diários de
campo e portfólios digitais como técnicas e
instrumentos. Os resultados revelam uma
evolução substancial na apropriação de
vocabulário, no desenvolvimento da
compreensão leitora e na confiança na produção
oral, evidenciada pelas produções e interações
dos alunos. Destaca-se também que a execução
deste plano de estratégias metodológicas com
RED aumentou a motivação e o protagonismo
dos alunos, embora tenham surgido desafios
críticos relacionados à conectividade desigual e
à necessidade de mediação do professor.
Conclui-se que um plano de estratégias
metodológicas mediado por RED, baseado em
experiências situadas em sala de aula, tem um
caráter transformador para o ensino de inglês
em contextos vulneráveis, desde que seja
articulado com processos de formação de
professores e uma adaptação rigorosa às
realidades tecnológicas locais.
Palavras-chave: Plano de estratégia
metodológica, Recursos educacionais
digitais, Ensino da língua inglesa, Pesquisa-
ação, Experiência em sala de aula.
Introducción
Por otro lado, Álvarez (2020) introduce el
concepto de “mediación tecnológica situada”,
sosteniendo que: “El uso de RED en el aula debe
partir de las prácticas digitales que los jóvenes
ya dominan (memes, historias, tutoriales) y
resignificarlas pedagógicamente, no imponer
herramientas que les resultan ajenas” (p. 52). Se
valida este postulado al evitar la imposición de
plataformas complejas o restrictivas. En su
lugar, se optó por flexibilizar el espacio
pedagógico mediante el uso de WhatsApp,
YouTube y aplicaciones de acceso libre como
Duolingo y Quizlet. La familiaridad con estos
entornos redujo la resistencia técnica inicial y
generó un escenario de confianza desde el
primer día. Desde la perspectiva socioafectiva,
Krashen y Terrell (1983) propusieron el
concepto de “filtro afectivo” como una barrera
psicológica en la adquisición de una segunda
lengua, señalando que: “la ansiedad, la falta de
motivación y la baja autoestima elevan el filtro
afectivo, impidiendo que el input comprensible
llegue al dispositivo de adquisición del
lenguaje” (p. 31).
De este modo, el estado emocional del
educando resulta vinculante en su capacidad de
apropiación lingüística. En el aula se observó
originalmente que múltiples jóvenes se inhibían
de participar por temor a la evaluación punitiva
de sus pares. La mediación con RED propició
espacios de práctica asincrónica y privada
(como la grabación domiciliaria y el uso
interactivo de aplicaciones), actuando como un
andamiaje emocional que disminuyó
sensiblemente los niveles de ansiedad. La
intervención pedagógica analizada se desarrolló
durante un período de 16 semanas con 30
estudiantes de grado décimo, caracterizados
inicialmente por encontrarse en un nivel A1. El
cronograma estructuró el uso de las
herramientas digitales en tres momentos
esenciales: (1) exposición comprensible al input